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dc.contributor.authorBustamante Zamudio, Guillermospa
dc.date2016-05-12
dc.identifierhttp://revistas.pedagogica.edu.co/index.php/PYS/article/view/3869
dc.identifier10.17227/01212494.43pys79.89
dc.descriptionLike any social issue, education is subject to explanations. However, not all of them have the same level of development, and the political way usually imposes one temporarily, which deprives it of any conceptual legitimacy. Given the human condition, the regulative is a constituent element of education, not something imposed to education, and deletable on behalf of its frequent excesses. Thus, the teaching of literature cannot evade its regulatory dimension, even though some believe it is an issue of unconditional freedom, while its production and consumption require restrictions. Access to literature is not free and spontaneous. Creating conditions of possibility does not always meet what students want “naturally”. In this sense, this subject is not different from others, and its instructional dimension is related to the specificity of the school.eng
dc.descriptionComo todo asunto social, la educación es objeto de explicaciones; sin embargo no todas tienen el mismo nivel de elaboración, y la vía política suele imponer alguna temporalmente, lo cual no le da legitimidad conceptual. Dada la condición humana, lo regulativo es constitutivo, no algo impuesto a la inerme educación, y eliminable a nombre de sus frecuentes excesos. Así, la enseñanza de la literatura no puede evadir su dimensión regulativa, aunque se crea que su asunto está ligado a una libertad incondicional, mientras su producción y su consumo requieren restricciones. El acceso a la literatura no es libre y espontáneo; crearle condiciones de posibilidad no siempre va en el sentido de lo que los estudiantes quieren “naturalmente”. En esto, la asignatura no es diferente de otras y su dimensión instruccional está en relación con la especificidad de la escuela.spa
dc.descriptionComo qualquer tema social, a educação é objeto de explicações; no entanto, nem todos têm o mesmo nível de desenvolvimento e a rota política geralmente impõe alguma temporariamente, o que não lhe dá legitimidade conceitual. Dada a condição humana, o regulador é constitutivo, não é algo imposto para a educação e também não é eliminável em nome de seus excessos frequentes. Assim, o ensino da literatura não pode evitar sua dimensão reguladora, ainda que se acredite que sua natureza está ligada a uma liberdade incondicional, enquanto sua produção e consumo requerem restrições. O acesso à literatura não é livre e espontâneo; é preciso criar para ele condições de possibilidade que nem sempre vão na direção do que os alunos querem “naturalmente”. Neste ponto, a disciplina escolar não é diferente de outras disciplinas e sua dimensão instrucional está relacionada com a especificidade da escola.por
dc.formatapplication/pdfspa
dc.languagespa
dc.publisherUniversidad Pedagógica Nacional, Facultad de Educaciónspa
dc.relationhttp://revistas.pedagogica.edu.co/index.php/PYS/article/view/3869/3420
dc.rightsDerechos de autor 2016 Pedagogía y Saberesspa
dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0spa
dc.sourcePedagogía y Saberes; No 43 (2015): Pedagogia y saberes 43; 79.89spa
dc.sourcePedagogía y Saberes; Núm. 43 (2015): jul-dic; 79.89spa
dc.source2500-6436spa
dc.source0121-2494spa
dc.titleLiterature and Its Teaching… a Second Callspa
dc.titleLa literatura y su enseñanza… Segundo llamadospa
dc.titleLiteratura e ensino... Segunda chamadaspa
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/articlespa
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionspa


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