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dc.creatorVenebra, Marcela
dc.date2017-02-20
dc.identifierhttp://revistas.pedagogica.edu.co/index.php/RCE/article/view/4648
dc.identifier10.17227/01203916.72rce199.219
dc.descriptionEste artículo pretende explorar la crítica husserliana del escepticismo como un momento crucial en la clarificación de la idea de «autenticidad» científica y filosófica. Autenticidad o rigurosidad pueden ser usados como sinónimos en este contexto y, en sentido estricto, puede ser aplicado como calificativo solo a la filosofía, en el entendido de que su cualidad de meta demanda una crítica del escepticismo, puesta en crisis en que consiste su ruptura con el dogmatismo cuya raíz más profunda, pervive como sustrato necesario del pensamiento científico, el supuesto del mundo. Este análisis de la idea de autenticidad o rigurosidad científica se desarrollará a través de tres momentos principales de la obra de Husserl: las Investigaciones lógicas,  el primer libro de las Ideas y la Crisis de las ciencias europeas. En el curso de este proceso se hará visible –o es esto lo esperable– la forma en que esta crítica del escepticismo vertebra o articula el camino de la fenomenología trascendental y, sobre todo, hará evidente que la crisis de las ciencias es, desde su inicio histórico en el cientificismo, la crisis del sentido filosófico de la humanidad.es-ES
dc.descriptionThis research aims to present the central motivations of the criticism of skepticism that encompasses the entire development of Husserl’s philosophy. More specifically, this work focuses on the analysis of the relationship between skepticism, naturalism, and the constructive possibility of philosophy as a rigorous science through the three most significant moments in Edmund Husserl’s work: Logical Investigations, Ideas (1913), and The Crisis of European Sciences. The importance of this analysis lies in the possibility of demonstrating the unitary integrity of Husserl’s transcendental project and its intrinsic coherence, a determining unity of the sense of rigorous science under which Husserl understands philosophy. First, in the Logical Investigations, skepticism is understood, mostly, as a metabasis deforming the limits between factic sciences, logic, and philosophy. Second, in the first book of Ideas, avoiding a relapse in skepticism depends on the clarity of distinction between facts and essences; and, third,  in The Crisis, avoiding naturalism depends on the determination of the ultimate foundation of all philosophical and scientific work, that is, on the basic and elemental localization of Lebenswelt. Finally, the possibility of a rigorous science depends, at least in the first instance, on our capacity of avoiding being stuck in the pre-assumptions of naturalism that inevitably lead to skepticism.en-US
dc.descriptionO objetivo principal desta investigação é percorrer os motivos da crítica ao ceticismo que está presente em todo o desenvolvimento da filosofia husserliana; concretamente, esta exposição visa analisar a relação entre ceticismo, naturalismo e a possibilidade construtiva de uma filosofia como ciência de rigor. Essa relação é explorada através dos três momentos particularmente significativos na obra de Edmund Husserl: As Investigações lógicas, as Ideias de 1913 e A crise das ciências europeias. A importância desse percorrido estriba nas possibilidades que oferece para mostrar a integridade unitária do projeto transcendental de Husserl e sua coerência intrínseca, unidade determinante no sentido de ciência estrita com que Husserl entende a filosofia. Em um primeiro momento, nas Investigações lógicas, o ceticismo é entendido, especialmente, como uma metabase deformante dos limites entre as ciências de fatos, a lógica e a filosofia; em um segundo momento, correspondente às Ideias, evitar uma recaída no ceticismo depende da claridade da distinção de fatos e essências; e, no terceiro momento, correspondente a A crise, evitar o naturalismo depende da determinação do fundamento último de todo trabalho filosófico e cientifico, é dizer, da localização básica e elementar do mundo da vida. Finalmente, a possibilidade duma ciência de rigor depende, pelo menos em uma primeira instancia, de nossa capacidade para evitar uma obstrução nas premissas do naturalismo que levam irremediavelmente ao ceticismo. pt-BR
dc.formatapplication/pdf
dc.languagespa
dc.publisherUniversidad Pedagógica Nacionales-ES
dc.relationhttp://revistas.pedagogica.edu.co/index.php/RCE/article/view/4648/3994
dc.rightsDerechos de autor 2017 Revista Colombiana de Educaciónes-ES
dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0es-ES
dc.sourceRevista Colombiana de Educación; Núm. 72 (2017): La puesta en vilo de las humanidades (enero-junio); 199.219es-ES
dc.sourceRevista Colombiana de Educación; No 72 (2017): La puesta en vilo de las Humanidades (ene-jun); 199.219en-US
dc.source2323-0134
dc.source0120-3916
dc.titleLa crisis del escepticismo y la autenticidad filosófica de la Fenomenologíaes-ES
dc.titleThe Crisis of Skepticism and the Philosophical Authenticity of Phenomenologyen-US
dc.titleA crise do ceticismo e a autenticidade filosófica da fenomenologíapt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion


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